Amanda, digna de ser amada…
Há 20 anos e algumas horas atrás escolhi esse nome para vc (sim, pois durante toda a gravidez seria Bárbara, e somente na véspera à noite que decidi mudar), e realmente acertei! Mesmo que não te conhecesse saberia disso por todos os depoimentos que tenho lido no seu projeto Mandy 2.0.
O Dr. Ferrão, médico que fez seu parto e que cuidava de mim naquele caos que nós duas estavamos, me disse ao te ver fora do CTI e já recuperando peso: Agradeça diariamente a Deus a vida da sua filha, pois a medicina nao pode explicar como ela está viva. Mas é porque ELE sabe que vc vinha para fazer a diferença por onde passasse, principalmente na vida de sua família.
Te vejo e me vejo com 20 anos.... não só pela enorme semelhaça (indiscutível, pois até minhas pintas na bochecha vc tem!!), mas principalmente pelos ideais, princípios morais e vontade de fazer a diferença nesse mundo doido!!! Mas na verdade, vc é uma versão muito melhor de mim, pois é ponderada, racional e tem muito mais base teórica do que eu tinha, pois se preocupa em nao fazer por fazer, mas em fazer embasado.
Indiscutivelmente alegre! Feliz e bem humorada sempre (quando nao está ficamos realmente preocupados!), irradia alegria em todos os grupos que circula, e olha que são muitos! Quando bebê e criança não chorava nunca.... Tudo sempre estava bom, mesmo que nao estivesse tão bom assim...
Extremamente popular no meio automobilistico nos espantou muito quando aos 14 ou 15 anos (nao me lembro exatamente) já tinha matéria publicada em revistas de circulaçao nacional. Nem preciso dizer que compramos muitos exemplares... Viive dividia entre duas paixões: jornalismo e automobilismo. Sua vocação é nata! Desde a sétima série decidiu que seria jornalista, e podemos dizer que já é. É referência para todos quando o assunto é construçao de textos ou atualidades. Sempre sabe algo sobre o assunto em pauta, e quando nao sabe, munida de seu inseparável laptop, pesquisa para na próxima já saber.
Amanda ... não só digna mas também fácil de ser amada... Minha filha querida e companheira de jornada. Agradeço diariamente à nosso Pai Supremo a extrema confiança que ele depositou em mim ao colocar sobre minha guarda uma filha Sua tão iluminada e amada. Muito obrigada por dividir comigo o seu brilho!!
*
A Amanda é sempre foi uma pessoa maravilhosa. Doce, meiga, gentil, conquistando as pessoas com seu sorriso maravilhoso e encantador. Desde pequena, que ainda continua, teve paciencia, educação e gentileza de esperar e ceder a sua vez, pois sempre soube que seu espaço estava garantido e não precisava brigar pelo que já tem. Uma menina com quem nunca precisamos levantar a voz para sermos ouvidos, que sempre torceu e vibrou em cada momento de nossas vidas, fazendo parte, por mérito próprio, de nossas vitórias. Conquistando espaço e encantando as pessoas em todas as reuniões que foi, conhecendo pessoas que eu ainda não conhecia, fazendo amizades e ganhando o respeito e admiração deixou de ser conhecida como minha filha para eu ser conhecido como seu pai. Ganhou brilho próprio escrevendo com muito amor e sabedoria, resultado de sua paixão pelos livros e amor pela familia. Obrigado pela alegria que voce trouxe à nossa familia e ao mundo.
Adriana e Lourival Roldan conhecem a Mandy desde sempre
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Mandy 2.0 #13
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Amanda Roldan
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domingo, 27 de setembro de 2009
Mandy 2.0 #12
Quem diria... Aquela menina de 14 anos que transbordava entusiasmo ao falar de automobilismo e mostrava um talento precoce para o jornalismo já está prestes de completar o 20º aniversário! Tenho muito orgulho de ter sido um dos primeiros a apostar na vocação da Amandinha, publicando uma coluna escrita por ela em um dos primeiros números da revista Universo Rally.
No texto fluido e engraçado, ela contava as peripécias pelas quais passava para acompanhar uma prova de rali in loco – ao lado da mãe, da irmã e de uma amiga. Tudo para acompanhar de perto o esporte que tanto ama e, ainda mais, o desempenho do pai, Lourival Roldan, um dos principais navegadores do Brasil.
Das poucas vezes nas quais nos encontramos, geralmente em eventos de rali, Amandinha estava sempre bem-humorada e animada com a iminente carreira jornalística. Pois ela entrou na faculdade e, poucos anos depois, já trabalha com desenvoltura na área.
É nessa hora que a discussão da obrigatoriedade ou não do diploma de jornalismo se torna indiferente. Pois quem nasceu com o talento para a comunicação não se prende a um pedaço de papel emoldurado na parede. Mas sim, a um pedaço de papel (ou tela do computador) em branco, que ganha vida e personalidade com o deslizar da caneta.
PARABÉNS,
AMANDINHA
Denis de Almeida é jornalista e conhece a Mandy desde 2003
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Amanda Roldan
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quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Mandy 2.0 #11
Como posso começar esse texto?
Bom, primeiro sinto-me honrado com o convite e posso dizer até que fico com medo.. É verdade, a Mandy já é uma jornalista e tanto e assim fico com receio de cometer algum deslize, alguma conjunção mal feita, alguma acentuação fora de lugar ou um predicado equivocado.
Mas vamos lá. Tudo começa em meados do ano de 2001. Naquela época eu acompanhava algumas provas de rali para uma revista de carros.. Lembro-me da Amanda acompanhando seu pai, o grande navegador, e bota grande nisso, Lourival Roldan. Brincadeiras à parte, o Lourival é um dos poucos navegadores que conhece o verdadeiro sucesso, melhor que isso, é merecedor de diversas conquistas.
Pois é, mas o assunto aqui é a Amandinha. Lembro-me dos primórdios da revista Universo Rally no início de 2003. Estava na prova de abertura do Campeonato Brasileiro de Cross Country em Campos dos Goitacazes, no Rio de Janeiro, com meu companheiro de muitas aventuras, Denis Almeida. Naquela ocasião pude conversar com a Amanda, que estava lá mais uma vez, apaixonada pelo rali. Nesse esporte temos um batalhão de gente envolvida, mas poucos apaixonados, e a Amanda é uma dessas pessoas.
Foi uma tremenda aventura para ela chegar até lá, mesmo assim os percalços só alimentavam a paixão nutrida por ela e que depois vim a saber, seria convertida em relatos jornalísticos. Suas histórias renderam até uma coluna na revista Universo Rally e tenho certeza que, se a revista desse continuidade, a Mandy seria uma parte fundamental no editorial. Pena pela revista, por outro lado a Amanda seguiu sua trajetória, sempre presente nos ralis e ultimamente no automobilismo de uma forma geral. O melhor de tudo é que ela enveredou pela área da Comunicação.
O que gostaria de relatar aqui é que, de uma forma parecida comigo, a Amanda seguiu o caminho da Comunicação Social muito em razão do automobilismo. Se hoje sou um jornalista, tudo teve início lá no passado, quando ao ler uma revista Quatro Rodas, um leitor perguntava o que era preciso para ser um piloto de testes. Na resposta estava a indicação para uma faculdade de engenharia mecânica, porém com uma ressalva. Se fosse para fazer parte do time da revista, seria necessária a formação em Jornalismo. Lá fui eu, ...
E, quando ao conversar com a Amandinha anos atrás e ela comentou da sua vontade, vi um caminho semelhante. O mais bacana de tudo é que o empenho que depositamos. Quando a gente gosta de algo, seja um esporte ou uma profissão, o resultado logo aparece. E sempre será um sucesso de bilheteria.
Ao completar seus vinte anos, Amanda, quero te desejar toda a realização que o mundo pode proporcionar e, mais que isso, seja feliz.
Um beijo e um abraço.
Ricardo Lopes é jornalista e conhece a Mandy desde 2003
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Amanda Roldan
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Mandy 2.0 #10
Conheci a Amanda em setembro de 2006, durante o Rally Internacional de Erechim. Ela veio para o rally junto com a Helena Deyama, que veio competir de Peugeot. Essa foi a única vez que eu vi a Amanda pessoalmente.
Mas a nossa história começa bem antes, praticamente 2 anos antes, em 2004. Fomos apresentados virtualmente pelo site cronospeed, que possuía um Fórum de Debates, e onde começamos a discutir rally velocidade, basicamente falando do Rally de Erechim, que tinha sido tirado do calendário em 2005, e também do WRC.
Ela veio com a experiência de ser filha de um grande navegador do rally brasileiro, que um dia ainda espero conhecer. E nós éramos simples mortais, fanáticos pelo rally na maioria, alguns até disputavam algumas provas, e que queriam ver o esporte se desenvolver.
Durante todo o ano de 2005 ficamos de nos encontrar nas provas do Brasileiro de Rally, eu, Amanda, Dirceu, Paraíba, o Bruno, o Aldo... mas sempre alguém faltava... enfim que fomos conversando muito por email, msn, apostando nos vencedores do WRC e do Brasileiro, e nos tornamos bons amigos.
Até que em 2006 ela veio a Erechim. Conversamos pouco nessa oportunidade, eu estava envolvido com a organização do rally, mas mesmo assim o pouco que conversamos pude perceber que nossa amizade seria duradoura, e que tínhamos um sentimento mútuo de admiração pela vontade que ambos tem de ver o rally velocidade se desenvolver no nosso país. Somos aficcionados por esse esporte, ela muito mais, pois está no sangue.
Em 2008 eu assumi a presidência do Erechim Auto Esporte Clube, entidade que organiza o Rally de Erechim, sendo presidente até o final deste ano. Recebi muito apoio da Amanda, troquei muita idéia com ela e a única tristeza é ela não ter vindo nas edições do rally em que fui presidente... (seria muito bem recebida, você sabe que tem cadeira cativa aqui por sempre ter defendido nosso retorno ao calendário e pela nossa amizade também)
Quando ela me pediu para escrever um texto para o blog, e me contou que eu seria uma das 20 pessoas.... poxa, fiquei muito feliz e muito honrado. Tenho certeza que ela tem muitos amigos muito mais próximos do que eu, que participam muito mais da sua vida, e ter me escolhido me deixou muito contente mesmo. Na hora aceitei, não poderia deixar de retribuir o carinho e a amizade dela por mim.
Quero te desejar muito sucesso e muita realização na sua vida. Parabéns!!!!!!!! Que tudo que você deseja possa ser alcançado. E saiba que tem sempre um amigo aqui no Sul, quando quiser vir tomar um chimarrão e comer um churrasco bem gaúcho!!
Abraços e beijos!!
Rodrigo Scha é ralizeiro e conhece a Mandy desde 2004
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Amanda Roldan
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terça-feira, 22 de setembro de 2009
364 dias depois
Esperei o Grande Prêmio de Cingapura do ano passado com uma enorme ansiedade. Não era pra menos: a primeira corrida noturna da F-1 aconteceria no meu aniversário! Como ainda acreditava em Heikki Kovalainen, torcia para o finlandês. Deu Alonso, mas não me entristeci: o espanhol já foi até tema de um poema meu, então no panic.
E qual será o sentimento em relação à prova de Cingapura?
Não terá uma pessoa que, ao ver o circuito, não lembre dos acontecimentos que marcaram os últimos dias. Que não se recorde da batida de Nelsinho Piquet. Que não pense no banimento de Briatore. Eu, particularmente, acho que Nelsinho não deveria sair impune. Afinal, ele foi cúmplice dessa trapaça. (Já falei aqui o que achei sobre a atitude de Piquetzinho, então fim de papo).
364 dias depois, a prova de 2009 não terá glamour, ansiedade ou euforia. Será nojenta. Não pela corrida em si, mas por tudo que permeia o circuito de Cingapura, toda a lembrança de um domingo vergonhoso _para o mundo do automobilismo e especialmente para o Brasil.
Hoje em dia fico triste por tudo isso ter acontecido no meu aniversário. Bom que este ano ele cai em uma segunda. Assim não corro o risco de ter cenas vergonhosas como aquela batida no dia em que comemoro minhas 20 primaveras.
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Amanda Roldan
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Mandy 2.0 #9
Conheci a Amanda no ano de 2003 quando ela e seu pai, Lourival Roldan, participaram do Rally Universitário de Campinas. Na época, lembro-me que fiquei surpreso com a coragem dela de estrear como navegadora já na categoria graduados. Na época com 14 anos, a competidora mais nova da prova fez jus ao sobrenome da família e garantiu excelente resultado. Mas surpreso mesmo eu fiquei ao ver as fotos das passagens do Renault Clio arrepiando em duas rodas nas curvas. Eles estavam mesmo levando “a coisa” a sério.
Meses depois, conversando com ela no MSN, pude conhecer mais sobre a Amanda. Além de ser super simpática e atenciosa, descobri que aquela dedicação que ela demonstrou como navegadora não era pra menos, pois ela era de fato viciada em rally e mais que isso, viciada em falar sobre rally. Sempre contando e detalhes as novidades e histórias das provas que o pai corria e ela assistia. Nessa época, já surgiam indícios da profissão que ela seguiria.
Me lembro quando ela começou a escrever uma coluna para um site especializado em off-road e me pedia sugestões de tópicos. Foi nessa época que ela me deu o apelido de Enciclopédia Off-road. Mas na verdade quem pesquisava mesmo e ia a fundo aos assuntos era ela.
Era uma amizade online, pois apenas eventualmente nos encontrávamos nas corridas que eu e o pai dela participávamos. Ela sempre sorridente me gritava acenando de longe. Os meses se passavam e de repente recebo um e-mail falando do seu aniversário de 20 anos ... Ahn??? Como assim 20 anos? O que aconteceu com os 6 anos que deveriam separar a navegadora de 14 pra jornalista de 20? O tempo passa e as pessoas mudam. Algumas, assim como a Amanda, mudam muito, pois sabem aproveitar bem o tempo e o talento que lhes são dados. Imaginem o que podemos esperar dos próximos 20 anos! Aguardem!
Feliz aniversário, assessora!
Rodrigo Khezam é ralizeiro e conheceu a Mandy em 2003
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Amanda Roldan
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06:11
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domingo, 20 de setembro de 2009
Dakar 2010: sob ameaça?
Talvez seja lorota, talvez não passe de um boato tolo e sem sentido. Mas diz o jornal "La Tribune" que o Dakar de 2010 pode ser cancelado. O motivo: a gripe A e problemas financeiros (mais problemas financeiros do que a gripe A, na minha opinião).
É fato que o Dakar já foi cancelado uma vez. Em 2008, para quem não se lembra, esta que vos escreve ficou histérica quando problemas de terrorismo acabaram com a 30ª edição.
A partir daí, surgiu todo aquele boato dando conta que o Dakar não mais aconteceria. Então o rally veio para a América do Sul e o resto vocês sabem.
Sim, a prova deste ano também foi ameaçada pela crise econômica, mas aconteceu e, apesar de todas as minhas críticas, foi um sucesso. Os argentinos realmente vestiram a camisa do rally.
Anyway, segundo o já citado jornal, a ASO, organizadora do Dakar, teve uma queda de 21,5% em seus rendimentos. Isso sem contar a indenização pedida pela família de Pascal Terry, motoqueiro que morreu durante a prova por essas bandas. Além disso, temos o pequeno número de inscritos para a próxima edição _o que fez com que a organização prorrogasse o prazo para inscrição até o fim deste mês.
Se esses fatores vão mesmo conseguir cancelar mais um Dakar, isso só o tempo vai dizer. Mas vale lembrar também que existe um concorrente de peso: A África Eco Race, que acontece exatamente no berço do maior rally do mundo. A prova, que é impulsionada por Hubert Auriol, surgiu este ano para ser o "anti-Dakar", e já começou com presenças ilustres como a de Jean-Louis Schlesser. Para este ano, deve contar também com a equipe oficial da KTM, que não virá à América do Sul depois que a ASO reduziu a potência das motos.
Enfim, fiquemos de olho. Muita água deve rolar até janeiro. Só não sabemos se serão favoráveis ao Dakar.
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Amanda Roldan
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21:10
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