domingo, 20 de julho de 2008

E o dia foi de Nelsinho

Ninguém acreditava, tenho certeza. Eu, pelo menos, não. Mas lá estava ele, Nelson Ângelo Piquet, o Piquetzinho, Piquet Jr., o Nelsinho, liderando a prova. Algumas nuvens pretas pairavam sobre Hockenheim, em São Paulo fazia um dia bonito. E lá estava o mocinho, liderando o GP da Alemanha.

GP da Alemanha que teve dois momentos.

A primeira parte foi monótona. Chata.

E aí Timo Glock bateu. Bateu forte, ficou tonto, grogue mesmo.

A galera entrou para abastecer em massa. Ficaram Nelsinho, Heidfeld e Lewis. Os últimos dois precisavam reabastecer. Nelsinho, não; o mocinho havia parado segundos antes da panca.

Ainda perdeu a liderança para Hamilton, que tem mais carro. Mas o segundo lugar foi uma injeção de ânimo - e um cala-a-boca em Alonso, creio.

Coulthard - faltam oito provas, gente! - fez mais uma vítima, é claro. O escolhido de hoje foi Rubens Barrichello, que disse adeus à prova; David continuou na corrida, espalhando medo em todo o resto do pelotão.

No campeonato, Hamilton lidera com 3 pontos de vantagem para Massa - que ficou em terceiro.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Pra que, hein?!

Respondam-me com sinceridade:

Pra que jogar Counter Strike se temos os bons e velhos Paciência e Tetris?

(1. sim, eu jogo Paciência pra caramba;
2. eu reencontrei o Tetris no meu computador. Descobri que todos os recordes pertencem a mim. E que eu não consigo bater nem o último deles. Humpf)

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Baque

O fato já tinha passado pela minha cabeça. Não agora, mas há alguns anos, quando alguma outra coisa estourou por aí. Mas o que significa um nome?, perguntaria Julieta. E ela mesma diria que a rosa terá o mesmo doce aroma seja qual for o seu nome.

O nome surgiu quando o mundo quase virou de cabeça para baixo. Naquele tempo, talvez a ingenuidade não permitisse a ligação dos fatos. E mesmo quando permitiu, a negação era clara.

"E o que é um Montéquio? Não é mão, nem pé, nem braço, nem rosto, nem qualquer outra parte de um homem".

E quando a relação estava quase que completamente apagada - por fatos que surgiram há nem um mês atrás -, eis que surge o momento do baque. Era? Era.

A pequenice do mundo fica mais latente quando não queremos vê-la.

sábado, 12 de julho de 2008

Fechado para balanço

Julho tá sendo um mês complicado pra postar. Passam os dias e percebo que não tem nada de muito legal pra colocar aqui.

Por isso, resolvi ficar uns dias sem postar pra botar tudo em ordem. Sem comentários sobre a Indy desse fim de semana, então.

Bye, folks!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

A fome que passou

Jamie Oliver acabou de encerrar o seu programa - mentira, já faz uns quinze minutos.

Como de praxe, fiquei morrendo de fome, louca para comer batata frita e cheeseburguer (não daqueles do McDonalds, por favor).

Agora surgiu um careca na televisão. Um cara que vai de um ponto a outro do mundo provando as coisas mais exóticas - e, na maioria das vezes, entenda exótica como nojenta. O tema também é comida, mas, sinceramente, perdi a vontade de comer qualquer coisa.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Mil

Esqueci de comentar uma coisa: ontem o Pitacos conquistou a marca de mil acessos!

(Não que essa informação vá mudar o curso do mundo virtual...)

Os caras da Finlândia

Já comentei algumas vezes que a Finlândia é um celeiro de pilotos de rally. Certa vez até escrevi sobre o automobilismo brasileiro e o finlandês. Mas nunca respondi à pergunta: por quê?

Foi Fabrício Migues, jornalista da AutoEsporte e um caçador de poeira quem levantou a bola.

Os motivos que penso são os mesmos que os dele. Primeiro, a relação da Finlândia com o rally é a mesma que a do Brasil com o futebol. Então os gurizinhos já devem ser treinados desde pequenos! Imagino que seja uma grande Erechim, a Finlândia. A criançada lá deve ser um monte de "mini-mim"!

Segundo, lá você pode encontrar um bando de terreno diferente pra andar. Então os caras já sabem andar em tudo, inclusive guiam fodasticamente na neve, que é um dos terrenos mais difíceis!

Daí explica-se um pouco do porquê os finlandeses terem quase 50% dos títulos do WRC - são catorze. E, como bem lembrou Fabrício, conseguir revelar bons pilotos sempre.

Ano passado, por exemplo, Hirvonen estourou, enquanto Gronholm se aposentava ainda brigando pelo campeonato. Neste ano, Latvala já surgiu como grande promessa, sendo que Mikko - que lidera a tabela - ainda inicia o seu auge.

O que me faz pensar: Sebastien Loeb pode estar com os dias de reinado contados.