No final das contas, precisou de apenas um motivo para eu optar por fazer jornalismo: a vontade de ver o rali crescer, evoluir e conquistar cada vez mais espaço na imprensa. Do alto dos meus 12/13 anos de idade, eu queria mudar a mentalidade da imprensa esportiva e enfiar-lhes rali guela abaixo, embora meu sonho à época fosse escrever para uma revista ESPECIALIZADA no tema.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Rali, décimo ano
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Amanda Roldan
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
Onze de setembro, onze anos depois
O dia 11 de setembro tem se tornado um dos maiores clichês do ano. É sempre a mesma coisa: onde você estava, com quem, fazendo o quê e, mais importante, como esse dia mudou o mundo. Pois hoje estava contando a velha história-sem-história (eu tinha dez anos, afinal, e ninguém ia sair contando uma coisa dessas em plena manhã de aula) e fiz, pela primeira vez, uma triste reflexão: esse foi o meu primeiro contato com essa realidade cruel do mundo.
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Amanda Roldan
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terça-feira, 24 de julho de 2012
Quando a gente acha que o abuso tem justificativa
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Amanda Roldan
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quinta-feira, 28 de junho de 2012
Curadoria de links
(Porque o twitter é passageiro demais e floodar a TL dos outros no Facebook não é minha atividade preferida)
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Amanda Roldan
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domingo, 24 de junho de 2012
Lembranças sobre um mesmo tema
Ale,
os espasmos nos olhos passaram, mas a saudade não. A saudade fica, dói, corrói. Saudade é um bicho malvado.
Fico pensando se eu ia escrever pra você como (in) constantemente eu faço. Acho que não, Ou ia. Sei lá, é muito se pra pouca vida.
Tô cansando muito de mim mesma e todo esse "monotematiquísmo". Mas é bom, né? Porque assim a gente desapega alguma hora e tá livre outra vez. Livre pra que eu não sei, mas livre.
Mas por enquanto a gente só finge. Vai ao cinema, vai pro bar, vai sair por aí, vai. Mas não vai. Lá no fundo a gente fica pensando e pensando e pensando, e remoendo, e doendo.
E não é nem que vive só por viver, nada disso. É mais, mas também é menos. É menos que viver muito, mas mais que sobreviver. É complicado, só isso que eu sei.
Eu tenho ficado boa em pensar sobre a vida, melhor ainda do que eu era. Pensar sobre a distância. Sobre as despedidas e sobre a dor dela. Despedida dói, já te disse isso. Principalmente quando você se despede mas sabe tudo: pra onde ligar, pra indo ir.
É muito mais fácil escrever pra te contar essas coisas, Ale, do que pra outros tantos.
Acho que uma hora rola um basta e eu volto aqui pra falar de rali, de corrida, de cinema. Da vida, até, mas não assim. Porque tem vida que a gente fala e gosta, e tem vida que a gente fala e dói. E agora aina dói um pouquinho. Mas passa, acho. Só não tenho muita certeza.
Ufa.
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Amanda Roldan
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21:34
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terça-feira, 22 de maio de 2012
Com a palavra, Ulysses Bertholdo
(Fim de semana passado teve o Rally de Erechim, o maior rally do Brasil. Maior no sentido de amor, de público, no sentido figurado mais denotativo que existe. Como todo ano, falei, falei, falei e não fui. Mas estava lá de coração. E nada me emociona mais do que ver Erechim sendo reconhecida por aí. Hoje recebi um e-mail e foi a coisa mais linda, as palavras mais lindas que alguém podia dizer sobre essa prova sensacional. Deixo vocês com as palavras do senhor Ulysses Bertholdo)
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Amanda Roldan
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15:10
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sábado, 10 de março de 2012
Paradoxo
Eu não sou contra filmes cheios de explosões e efeitos especiais. Pelo contrário, acho que cinema, além da arte, é entretenimento, e deve ser tratado como tal. E explosões e efeitos especiais fazem parte disso.
Mas, como em tudo na vida, existem limites. E esse limite se chama MICHAEL BAY.
Durante aquele tal PRÊMIO DA ACADEMIA - esse engodo maior do mundo -, a antítese de MICHAEL BAY venceu. Se existe um filme que é o avesso de Transformers, esse filme é O ARTISTA.
Mudo, preto e branco, sem efeitos especiais. A mais pura essência do cinema arte, o cinema moleque, o cinema toco y me voy.
Um filme que também podia ser chamado de CHUPA, MICHAEL BAY.
Inexistência de um enredo de verdade, uma gostosona e uma interpretação medíocre do ator principal _que é bom, falo sério, mas até isso Michael Bay conseguiu estragar. Praticamente um filme trash, mas sem a parte trash que caracteriza um filme trash _Obrigada, Spielberg! Ou seja: qual o sentido de Transformers?
Eu casava com Dujardin e ainda levava adotava o Uggie. Mesmo os dois não falando nada.
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Amanda Roldan
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