terça-feira, 17 de março de 2009

segunda-feira, 16 de março de 2009

Saudades do Gronholm

Senti saudade do Gronholm. Eu sei, não é uma coisa muito normal, mas senti. É que hoje é a segunda-feira pós WRC, dia de pegar as aspas de Hirvonen. É sempre alguma desculpa sobre por que ele perdeu o rali dessa vez seguida de algo no estilo "estou confiante para a próxima prova".

Com Gronholm não tinha desculpa. Era simples: ele ganhou porque estava mais rápido. Não fosse por isso, eu que levaria.

Não tem nada mais lógico. Não adianta falar que foi o pneu de cascalho no asfalto, a chuva e o caralho a quatro. O cara estava mais rápido e ponto final.

Estou contando os dias para o Rali de Portugal. Oh, Gronholm! Eu era feliz e não sabia!

quinta-feira, 12 de março de 2009

Boba, boba

Não sei se vocês já repararam, mas certas coisas conseguem me deixar boba, boba.

Damien Rice, por exemplo. Me arrisco a dizer que, hoje em dia, nada me deixa tão boba quanto o irlandês. Só por ele eu pago micos como quase chorar quando vejo que os lugares que eu queria já foram comprados, gritar dentro do carro porque a mulher do rádio falou sobre o show dele e outras coisinhas.

Bom... comprei hoje a Rolling Stone de março e, lá no finalzinho, vi a resenha do show do moço.

O coração palpitou. Foram três estrelas e meia, mas não sei seo máximo são cinco ou quatro, então não consegui saber se a avaliação foi positiva ou muito positiva.

Mas me incomodou ver a interpretação belíssima de Cannonball ser tratada como estripulia. Ao menos no meu mundo estripulia não é uma palavra que expresse algo positivo. Não que seja ruim, mas também não é bom.

Enfim, eu precisava dividir isso com vocês (viram? Eu sou meiga, sensível, carismática um monte de outros adjetivos legais.)

É que o nome dele saiu na Rolling Stone. Aí eu fico assim, boba, boba.

PS: Apesar de amar Closer, concordo quando dizem que a popularização de Damien Rice foi a melhor contribuição do filme. Não querendo reduzir a interpretação de Natalie Portman e Clive Owen ou o roteiro excelente, mas Damien Rice bate todo mundo.

PS2: On The Road, Thiago! Antes que eu compre um exemplar pra mim.

terça-feira, 10 de março de 2009

Sobre o Brasil e o mundo

O IRC significava a volta do Brasil ao cenário mundial do rali de velocidade. Era um passo importantíssimo e tudo deveria ser feito com perfeição _ninguém gostaria de ver uma reprise do WRC de 1982.

Assim seria, assim foi. A organização não deixou a desejar e a prova foi um grande sucesso.

Mas neste ponto algo já estava errado. Muitos perceberam, ninguém comentou: tínhamos apenas 20 duplas brasileiras inscritas.

Vinte duplas parece muita coisa. Mas pegue este número e divida por cinco categorias (N4, A6, N3, N2 e N2 Light) e você terá uma média de quatro carros por divisão.

Na N3, por exemplo, eram dois carros. Na N4, três. A A6 é a que tinha o maior número, seis. Muito ou pouco?

Em outubro do ano passado teve a última etapa do Brasileiro, também em Curitiba. Na N4 eram cinco. Na N3, quatro _o dobro deste ano. Categorias muito caras? Ok, vamos baratear. Na A6 eram onze. Na Light eram 14 _neste ano, três. A N2 tinha o quórum menor, seis _agora eram cinco.

Saíram de campo personalidades cmo Ulysses Bertholdo _problemas de pagamentos com a Chevrolet_ e Édio Füchter _Mitsubishi tirou o patrocínio. Dois grandes nomes do rali brasileiro fora da principal etapa do ano.

Onde eu quero chegar com tudo isso?

Assim que acabou o IRC, muitos já falavam da etapa brasileira de 2010 e na probabilidade do WRC por estas bandas _seguindo o rodízio de etapas estabelecido, seria em 2011.

Estamos crescendo no cenário mundial. Mas o cenário brasileiro está, de novo, encolhendo rapidamente.

Sempre defendi o crescimento do Brasil perante os ralis internacionais. Agora, tenho minhas dúvidas. Porque de nada adianta termos etapas de mundial por aqui se o rali nacional está minguando. Consertemos primeiro as coisa aqui dentro. Aí sim podemos nos preparar para voar longe.

domingo, 8 de março de 2009

Ele veio

O Bruno acabou de me falar que Markku Alén estava, sim, em Curitiba.

Peraí... então o campeão mundial de 1978, vencedor do primeiro rali internacional no Brasil _ocorrido há exatos 30 anos_ aparece por aqui e ninguém escreve uma linha sobre isso?

Ai, ai...

sexta-feira, 6 de março de 2009

Nem em feiura...

Droga. Era pra eu ter feito esse post ontem, quando ainda ligava Brawn GP à palavra feiura.

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Mas sabem como é... você começa a olhar muito e a dizer "é, não é bem assim..." Pronto! Lá se foi meu texto!
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Porque, afinal, nem tudo na ex-tudo-inclusive-Honda é feio. A começar por um dos pilotos. Não, claro que não falo do Barrichello.
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Button foi sempre um dos musos da F-1 atual, e pensar em perdê-lo já dói no coração _e daí que ele não é tão bom piloto assim?

O carro também ficou com um design bem bonito, embora tenha esquecido dos patrocinadores.
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O logo, que eu achei ridículo ontem a noite, começa a aparecer mais apresentável. Estou até aceitando melhor o amarelo-limão!
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A única coisa que resta para chamar de feio são os nomes.
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(sobre isso, escrevi hoje: "Brawn superou os limites da feiura na F-1. A começar pelo nome de sua equipe, lançada ontem a noite: Brawn GP. Segue a tradição de dar seu nome à equipe, mas nesse caso soa como arrogância e ridicularidade. Talvez mesma sensação tenha dado com Bruce McLaren, Enzo Ferrari ou Frank Williams, mas eu não estava lá para julgá-los, já nasci com o nome pertencendo à equipe, não aos homens. Aí pode estar o busílis: para mim, Brawn era pessoa antes de ser coisa; Frank, Bruce e Enzo eram coisas antes de serem pessoas")
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Não tive tempo de falar sobre o nome do carro, mas me lembra muito os robôs de Guerra nas Estrelas: BGP001. Eu não falo isso nem a pau! (ainda o Andrei levantou outra questão: 001? O cara pretende criar 999 carros? "É que ele quer chegar no 007". É, pode ser. Mas será que sobrevive até lá?)
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Enfim, nem em feiura a BrawnGP ganha. Resta a Ross Brawn esperar pelo concurso de piloto mais bonito e, então, inscrever Button. Mas sabem como é... sempre tem Fernando Alonso, Heikki Kovalainen e Kimi Raikkonen...

quarta-feira, 4 de março de 2009

Religando as turbinas

Ok. Depois de pensar muito, decidi não dar explicações sobre o meu desaparecimento temporário.

É porque ele não existe. Assim como muitos outros motivos para muitas outras coisas também não existem. Simplesmente é assim, acho.

(Uma vez uma pessoa me falou que certas coisas não adiantava eu tentar entender. Eram assim e pronto)

Então essa mesma pessoa entenderia que, apesar de eu já ter apresentado uma fila de argumentos, nenhum deles é válido quando tudo está bem. É assim e pronto.

Por isso que no momento eu penso, penso, penso e não consigo entender por que tudo tem de acontecer assim. Mas passa. Acho.

Desabafo? É, pode ser. Embora uma das únicas pessoas que entenderia isso não costuma acessar este espaço.

Enfim, estou de volta. E por mais que vocês não entendam essa mensagem em códigos, é uma pista do porquê eu não posto há tanto tempo.

Tem horas que a nossa única vontade é sentar e chorar.